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Qual é a forma correta: “Entre você e mim tudo acabou” ou “Entre você e eu tudo acabou”? (clique para ver a resposta) |
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É “o diretor interviu na discussão” ou “o diretor interveio na discussão”? Da mesma forma, seria “eu intervi para evitar o pior” ou “eu intervim para evitar o pior”?
(clique para ver a resposta) |
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Por que lembrá-lo tem acento e feri-lo não? E mais - já que feri-lo não recebeu acento, o certo não seria traí-lo também não receber? (clique para ver a resposta) |
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Posso construir frases da seguinte forma: “eu prefiro antes suco do que refrigerante”? (clique para ver a resposta) |
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O que é coesão? O que significa coerência? Por que esses nomes são sempre citados em dupla? Posso ter coesão sem coerência e vice-versa?
(clique para ver a resposta) |
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Há inadequação na frase “ O saldo do acidente foram cinco vítimas fatais?
(clique para ver a resposta) |
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Qual o problema em frases como “O professor não havia dado aquele assunto do programa.”? (clique para ver a resposta) |
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“Neste Natal, comi um bacalhau IGUAL ao do ano passado ou o MESMO do ano passado?” (clique para ver a resposta) |
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“O abaixo assinado ou abaixo-assinado, Dr. Ricardo Pereira, vem respeitosamente...?” (clique para ver a resposta) |
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“Qualidade é ir AO ENCONTRO DE ou DE ENCONTRO ÀS necessidades e das expectativas do cliente.”? (clique para ver a resposta) |
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Como um pouco de teoria sempre faz bem, não custa lembrar que o pronome “eu” é classificado como pronome reto, ocupando, portanto, geralmente a função de sujeito do verbo. Já o pronome “mim”, por ser oblíquo, funciona como complemento do verbo. É por isso que, em uma situação como essa - em que a expressão não é sujeito do verbo “acabou” e sim seu complemento -, o correto seria dizer “entre você e mim tudo acabou”- o que, na ordem direta, corresponderia a dizer “tudo acabou entre você e mim”.

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Ora, o verbo intervir deriva do verbo vir, um bom amigo. Isso significa que saber o verbo vir é o suficiente para conjugar adequadamente o verbo intervir. Portanto, sabendo-se que o correto é o diretor veio ou eu vim, a resposta para a pergunta em questão seria “o diretor interveio na discussão”, bem como “eu intervim para evitar o pior”. E, em caso de qualquer outra dúvida, pode deixar que nós aqui da Oficina também interviremos.

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Acontece que não podemos usar os sinais de acentuação de acordo com nosso coração, nosso sexto sentido. O que ocorre aqui são regras distintas: acentuam-se as oxítonas terminadas em a, e, o, e, seguidos ou não de s – como é o caso de lembrá-lo – já que o pronome lo aqui constituiria uma nova palavra e não parte da primeira. Por outro lado, acentua-se também o i e o u quando segunda vogal do hiato, sozinhos na sílaba ou não de s, exatamente como ocorreu em traí-lo – fato que não ocorre com feri-lo.

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O verbo preferir, comumente empregado como transitivo direto e indireto, na norma culta não deve vir seguido de expressões comparativas, como que ou do que. Além disso, como vem do latim e significa “gostar mais”, não deveria vir seguido de mais intensificadores – prefiro muito, prefiro mais, prefiro antes. Portanto, ainda que esse tipo de construção não afete a compreensão da comunicação, o mais adequado seria dizer “prefiro suco a refrigerante”.

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Entre os inúmeros tópicos abordados em concurso público, que conciliam os conceitos gramaticais com as técnicas de intelecção de textos, encontra-se o estudo da coesão e coerência. A coesão textual trata dos elementos de conexão entre as informações de um texto – ela cuida da superfície do texto, das suas palavras que estabelecem conexões. Aqui, encaixam-se as conjunções, as preposições e muitos pronomes. Já a coerência se preocupa com a unidade, com o elo conceitual do texto, suas idéias. Um texto coerente é aquele que apresenta lógica. Assim, pode-se construir um texto coerente, que produza sentido sem coesão: “Chovia bastante. Não pudemos sair.” Entretanto, o contrário não se aconselha: “Chegou tarde, entretanto sua blusa é azul” - a utilização de um elemento de conexão (“entretanto”) que una duas orações sem produzir sentido entre elas deve ser evitada.
Portanto, para a garantia de um bom texto, procure aliar coesão a coerência, ou seja, utilizar conectores no texto que produzam sentido.

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Há. Fatal é do mesmo que inevitável, mortal. Levando-se em conta o sentido desse vocábulo, observamos que fatal seria o acidente e não as vítimas portanto, “Ocorreu um acidente fatal com cinco vítimas.”

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Ocorre aí e chamado CACÓFATO (“mau som” que resulta da aproximação de sílabas de duas ou mais palavras). Para livrar o professor de um possível constrangimento, em lugar de havia dado poderíamos dizer, por exemplo, “que ele não fez referência àquele assunto”.

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Certamente, se você comeu o MESMO bacalhau do ano passado deve estar a esta altura internado. MESMO quer dizer “UM SÓ” . IGUAL é outro. Logo, “comi um bacalhau IGUAL ao do ano passado”.

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ABAIXO ASSINADO é quem assina o documento. ABAIXO-ASSINADO é o documento que se assina. Portanto, a forma correta para a frase acima é ABAIXO ASSINADO.

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AO ENCONTRO DE: a favor
DE ENCONTRO A: ir contra, idéia de oposição
Logo, “Qualidade é ir AO ENCONTRO DAS necessidades e expectativas do cliente.”

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